A politica do segundo reinado foi marcada pela disputa entre o partido liberal e o conservador. Estes dois partidos defendiam quase os mesmos interesses, pois eram elitistas. Neste período o imperador escolhia o presidente do concelho de ministros entre os integrantes do partido que possuía maioria na assembleia geral. Nas eleições eram comuns, as fraudes, compras de votos e ate atos de violência para garantir a eleição.
A crise do segundo reinado teve início no começo da década de 1880.
Interferência de D. Pedro II em questões religiosas, gerando um descontentamento nas lideranças da igreja católicas no Brasil.
Criticas e oposições feitas por integrantes do exercito brasileiro, que se mostravam descontentes com a corrupção existente na corte. Além disso os militares estavam insatisfeitos com a proibição imposta pela monarquia, pela qual os oficiais do exercito não podiam dar declarações na imprensa ser uma previa autorização do ministro da guerra.
A classe média brasileira desejava mais liberdade e maior participação nos assuntos políticos do país. Identificadas com os ideais republicanos, esta classe social passou a apoiar a implantação da republica no país.
Falta de apoio dos proprietários rurais, que desejavam obter maior poder politico, já que tinham maior poder econômico. Fazendeiro da região mais pobre do país também estavam insatisfeitos, pois a abolição da escravatura, encontravam dificuldades em encontrar mão-de-obra remunerada.
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